quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Carnaval

Continuamos a trabalhar momentos de poesia, mesmo na semana dos afetos, além de outras tarefas. Deixamos aqui alguns exemplos da nossa inspiração:

Se eu fosse um palhaço

Se eu fosse um palhaço
Teria um nariz encarnado
E de todos os palhaços
Seria o mais engraçado.

Usaria uns grandesw sapatos
E umas luvas brancas.
Teria um belo casaco
Com botões na ponta das mangas.

Usaria sempre o meu chapéu
Com uma linda flor
E com aquela roupa toda
Eu não teria calor.

Todos os dias
Eu punha o meu laço.
Seria muito simpático
E um bom palhaço.

Se eu fosse um palhaço
A todos fazia rir.
Todos me queriam ver
E as minhas anedotas ouvir.
Diana Roque

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Descobrimos mais poesia

“Se eu fosse um peixe”

Se eu fosse um peixe

Seria um tubarão

Assustaria as pessoas

Era muito comilão.


Os meus amigos

Seriam outros tubarões

Um tubarão martelo

E outros dois parvalhões.


Tinha uns grandes olhos

E muitos dentes

Uma cauda dura

E outras coisas diferentes.


A blusa não me servia

Estava quase a rasgar

Usei uma camisa.

Ficava-me a matar!


Fui ao baile

Dançar com uma alforreca

Apanhei um choque

Quase me saltam as cuecas.

Fernando Crespo

Continuamos a versejar...

“Se eu fosse um peixe”


Era uma vez um peixe

Que adorava passear

Mas ele estava sempre

A nadar e nadar.

Um dia em casa,

Quando estava a comer

Pensou que estava farto de nadar

Pensou, pensou, mas não havia nada a fazer.

Então saiu de casa

E foi passear,

Pensou muito

Mas a única coisa p’ra fazer era nadar.

Foi a um jardim,

Encontrou um amigo

E perguntou-lhe:

-Eu vou a uma loja, queres vir comigo?

Ele pensou, pensou

E disse que podia ser,

Tinha acabado de sair do trabalho

Não tinha nada p’ra fazer.

Desde aí todas as tardes

Eles iam ao jardim conversar

E o peixe conseguiu o que queria:

Deixar de nadar.

Diana Roque

Sentimo-nos poéticos

O senhor do seu nariz!

O senhor do seu nariz

Nariz grande

Grande é o homem

Homem que conhece

Conhece a fada

Fada sem asas

Asas perdidas

Perdidas as portas

Portas de cristal

Cristal que não se vê

Vê e cheira

Cheira até de mais

Demais, o senhor do seu nariz!

Beatriz Perinha

Somos poetas

O Carnaval

No Carnaval

Ninguém leva a mal

Porque ninguém, mesmo ninguém

Faz por mal.

Há quem vá de bruxa ou fada

Ou ainda de princesa

Mas alguém na minha escola

Até foi de duquesa.


No Carnaval

Há pessoas que querem assustar

Mas há outras

Que já não caem

E começam a cantar.

Ainda há pessoas

Que querem mesmo fazer mal

E parece que apanharam

Um susto fatal!

Raquel Papafina

Momentos de poesia

A poluição

A poluição

É má para o ambiente

Se todos ajudarem

Eu fico contente.


Vamos todos apanhar

O lixo do chão.

Se te der nojo

Usa uma luva na mão.


O fumo das fábricas

Polui ainda mais

Afeta as pessoas

E até os animais.


Vamos todos reciclar

Verde, vermelho, amarelo e azulão.

Não podemos poluir o mundo

E olhem que tenho razão. (Fernando Crespo)